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André Simões: «PAOK é mais difícil do que o Fenerbahçe»

Capitão do AEK conhece bem a equipa de Salonica e diz que esta funciona melhor coletivamente

• Foto: Reuters

"O PAOK pode não ter tantos nomes sonantes como o Fenerbahçe mas, enquanto equipa, é superior, pois funciona muito melhor coletivamente". Quem o diz é André Simões, médio português do campeão grego AEK Atenas, que conhece muito bem o adversário do Benfica de hoje à noite.

"Fico feliz por o PAOK ter conseguido eliminar o Spartak Moscovo, pois é um bom sinal para o futebol grego. A tarefa não será nada fácil para Benfica, ainda que eu veja este como favorito, pois está habituado a disputar este tipo de jogos na Champions. Mas atenção ao PAOK, que tem um conjunto sólido e sabe o que faz em campo. Será mais difícil de ultrapassar do que o Fenerbahçe, sem dúvida", explicou a Record, acrescentando ainda: "O PAOK foi um adversário difícil para nós na época passada. É muito forte e ainda por cima reforçou-se muito bem [casos dos internacionais ucraniano Khacheridi (ex-D. Kiev) e sueco Wernbloom (ex-CSKA Moscovo) ou o nigeriano Akpom (ex-Arsenal)], logo, tem mais qualidade."

André Simões regozija-se por ver duas equipas gregas no playoff da Liga dos Campeões. "É positivo e só quer dizer que o futebol grego tem qualidade. Nós estamos a um pequeno passo da fase de grupos e seria uma desilusão não o conseguirmos, mas devemos ter os pés bem assentes no chão porque nada está conquistado. Creio que o Benfica e o PAOK também irão pensar desta maneira. Mas, repito, o Benfica leva vantagem pela experiência acumulada nesta competição", concluiu o capitão do AEK, de 28 anos, que só amanhã defronta os húngaros do Videoton.

Orgulho por ter eliminado o Celtic

Para chegar ao playoff, o AEK teve de ultrapassar um clube habituado a disputar a fase de grupos da Champions: os escoceses do Celtic. "Tivemos azar quando nos saiu o Celtic no sorteio porque, lá está, tal como o Benfica anda constantemente nestas provas. Mas fizemos por merecer a passagem. O empate [1-1] na Escócia foi fundamental e agora devemos enfrentar o Videoton com a mesma humildade. Não há outro caminho", avisa.

Por Hugo Neves
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