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José Eduardo: «Varandas teve um pensamento egoísta no Jamor»

Recorda a final da Taça de Portugal

• Foto: David Santos
R - Concorda que atuais funcionários do clube estejam conotados a listas?

JE - Não fizemos convites a ninguém. Manuel Fernandes, Beto ou Mário Jorge são ativos incontornáveis. Os atletas que honraram o clube não podem ser usados. Naquele dia trágico no Jamor, fiquei chocado quando Varandas, uma pessoa com mérito enquanto foi médico do clube, disse que foi ali que pensou em ser presidente. Isto, enquanto nós e os jogadores chorávamos. Teve um pensamento egoísta. Quando ele abraçou o Rui Patrício, estava a pensar que queria ser presidente? Temos de parar de tratar mal os nossos ativos. Não podemos atirar tochas ao Rui Patrício; bater com um cinto ao Jorge Jesus, um símbolo do nosso futebol; bater ao Bas Dost, que marca 30 golos por época. É uma insanidade.
Por Ricardo Granada
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